Some Cupid kills with arrows, some with traps. Eu já fui ingênua, já acreditei. Já namorei à distância e nem era tão distante assim, então a gente se via quase toda semana. Eu tinha certeza que ele me amava. Um homem diferenciado. Quando eu ia à Sampa, ficava na casa dele e a gente ia sempre almoçar com a família dele aos domingos antes de eu voltar pro Rio. O impensável encontro de um paulista e uma carioca durou aproximadamente um ano e meio. Eu confiava nele ao ponto de abrir mão do preservativo e deixá-lo me fotografar nua. No meu último fim de semana comprometida em Sampa, deixei que filmasse nosso primeiro anal. Claro que no pornô amador aparecia meu rosto, mas não o dele. Felizmente, naquela época a fotografia e a filmadora eram analógicas e a gente não postava tudo, o tempo inteiro. A gente só vivia, sem precisar registrar tudo e mostrar pros outros. E, sem smartphone e internet, nossos soft porns caseiros corriam menos risco de cair no grupo de amigos no zap ou virar re...