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Silence. Acho que o dia mais absurdo foi uma sexta à noite com desfecho diferente. Mais agressivo. Inconsentido. Inconsciente. Chovia e havíamos saído para assistir a um jogo com os amigos dele num bar. Álcool vai, álcool vem... as prorrogações acabam, o bar fecha. Era fim de noite quando passamos num daqueles drive thrus que ficam abertos na madrugada, próximos ao setor de motéis. Enquanto esperávamos o lanche, ele abriu a calça e colocou o pau duro para fora. Com a mão esquerda, mexeu um pouco ali, aquela punhetada básica enquanto a mão direita mencionava me puxar pelo pescoço em direção àquele pau duro. Não! A gente tá na fila do drive. Depois, agora não! Ele então me deu um tapa na cara. Sem muita força, mas um tapa. Fiquei sem reação. Congelei. Não consegui esboçar nenhuma reação. E claro, ele não parou... ao contrário, a força da mão direita aumentou, me puxou. Vem cá! Chupa logo! Tô te bancando a noite toda... chupa logo seu macho. Chupei. Vai, tô filmando, olha... pra t...